terça-feira, 6 de agosto de 2013

HISTÓRIA E MEMÓRIA E REPRESENTAÇÕES NO MUNICÍPIO DE VIÇOSA: POSSÍVEIS DIÁLOGOS COM O PASSADO E O PRESENTE

    O mês de Julho, mês de férias escolares, o ambiente escolar é de plena agitação provocado pelas provas e final de semestre. Dessa forma, no intuito de amenizar as tensões entre os alunos provocados pelos testes e similares, o Pibid de História UFV da Escola Estadual Raul de Leoni propôs, de certa forma, uma dinamização no processo de ensino e aprendizagem dos estudantes com o objetivo de integrar ao conhecimento dos conteúdos a questão memorial, histórico e cultural do local de inserção aluno da escola.

    O projeto, de título “História, Memória e Representações sociais do Município de Viçosa: Possíveis Diálogos entre o passado e o presente” obteve como prerrogativa a de proporcionar e materializar o conhecimento histórico a partir da perspectiva do aluno e seu ambiente, dessa forma, propiciar aos alunos uma auto- reflexão sobre a História Local.

    Para a concretização do projeto, ocorreu uma reunião com a professora Fátima e os demais bolsistas a fim de discutir maneiras de como melhor abordar o tema proposto com os alunos e sua região. A partir de então, optou se em dividir nós bolsistas da escola Raul de Leoni em dois grupos cuja abordagem estava canalizada ao ideal de Patrimônio material e imaterial.

   Considerando que estava inserida no grupo de discussão sobre os possíveis diálogos de patrimônio imaterial na cidade de Viçosa, procurei abordar na sala em que acompanho uma discussão prévia sobre a importância do Patrimônio para a cidade. Portanto, dialogamos sobre o que é patrimônio? Qual a sua relação com a sociedade?

    Na turma 207 do segundo ano do Ensino Médio, a proposta de trabalho estava acoplada a valor do Patrimônio Imemorial, e a partir disso, foi realizado oficinas com o intuito dos alunos conhecerem sobre os respectivos no município de Viçosa e região. Com o interesse que os alunos demonstraram, houve interatividade, no qual, os alunos puderam exemplificar e assinalar as festas, tradições e comidas típicas que eles consideram como um bem que está de encontro com a identidade dos cidadãos.


    Para Eric Hobsbawm, “o passado é uma dimensão permanente da consciência humana, um componente inevitável das instituições, valores e outros padrões da sociedade humana”, logo então, a minha proposta na turma estava imbuída de resgatar alguns conceitos da disciplina e a partir de então fazer com que os alunos pudessem materializar o conhecimento histórico a partir de uma contextualização com a História, Memória e a Histórica local, como por exemplo, buscando para o seu presente e sua realidade, os alunos mencionaram manifestações de cultura como o congado viçosense a marcha Nico Lopes, com o passar dos anos, transformou em tradição, não somente para os estudantes universitários, mas para toda a população. 

Marcha Nico Lopes de 1940

    O exercício de História, Memória e os possíveis diálogos entre a sala de aula não apenas de limitou ao espaço do ambiente da classe, já que os alunos além de pensar a relação patrimonial de Viçosa também estenderam o seu aprendizado por meio de entrevistas objetivando construir a memória da sociedade e levar informações sobre as riquezas da região por meio das manifestações culturais aqui presentes. 

Congado da cidade de Viçosa

    A partir dos diálogos com a turma, pude constatar que as atividades na turma 207 apresentaram como objetivo não somente levar o conhecimento para o ambiente estudantil, como também para a comunidade ligada à escola. Dessa forma, na exposição do Projeto foram apresentados os trabalhos feitos de cada turma participante, e assim, todos os alunos puderam ter contato com a produção das demais classes, de maneira que, possibilitou trocar conhecimento e experiências. 

Apresentação do projeto na Escola Estadual Raul de Leoni no dia 17/07/2013

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
HOBSBAWM, Eric. “Introdução” In: HOBSBAWM, Eric. RANGER, Terence. A invenção das tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984.
Disponível em: http://www.overmundo.com.br/overblog/congado-na-microrregiao-de-vicosa, acesso em: 29/07/2013
Disponível  em: http://www.asminasgerais.com.br/Zona%20da%20Mata/TeCer/Educa%C3%A7%C3%A3o/Ufv/ufv0002.html, acesso em: 01/08/2013.

Bolsista: Bruna Barbosa da Silva

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

MANIFESTO DOS ALUNOS DO 3º ANO DA ESCOLA ESTADUAL EFFIE ROLFS

Em decorrência a todos os protestos que aconteceram simultaneamente à Copa das Confederações, e diante da enorme repercussão que teve, levei esse debate para dentro da sala juntamente com o grande apoio da professora Maria Alice Mota Araújo. Essa atividade foi motivada por alguns fatores importantes, o maior deles seria o esclarecimento sobre os verdadeiros motivos que contribuíram para a grande aderência popular ao movimento. Também pelo fato de que os alunos prestarão vestibular no fim do ano, bem como farão o Enem, e acreditamos que seria imprescindível eles saberem refletir e argumentar acerca desse tema.
Iniciamos o debate com um poema escrito por Maria Luisa Gomes Cavalcanti, uma menina de 13 anos que estuda no colégio Nossa Senhora Auxiliadora. Em seu texto, Maria Luiza aborda com segurança e muita propriedade sobre o que acontecia no Brasil naquele momento. E foi baseados nesse poema que conversamos com  a turma e iniciamos o debate. Eles ficaram impressionados com a inteligência da menina ao escrever um texto que condessasse tudo o que viam e presenciavam.



Após discutirmos bastante sobre o tema, propomos que os alunos escrevessem um manifesto.  A proposta foi a de que eles pensassem em todas as insatisfações que a população no Brasil inteiro reivindicava, e olhando para a própria realidade, escrevessem um texto que ressaltasse as dificuldades e problemas.
Essa atividade deu muito certo pois conseguimos aliar pontos cruciais no ensino de história: estimulamos o pensamento crítico dos alunos, a escrita e uma nova posição diante da sociedade em que estão inseridos.
Aqui estão alguns dos manifestos que os alunos escreveram.







Bibliografia:
AZEVEDO, Gislane Campos. História em movimento: ensino médio. AZEVEDO, Gislane Campos; SERIACOPI, Reinaldo. São Paulo: Ática, 2010.
Poesia retirada do site: http://www.poetabrasileira.blogspot.com.br/

Bolsista: Daniela Nalon

JORNALZINHO DA ESCOLA ESTADUAL EFFIE ROLFS

As bolsistas do PIBID supervisionadas pela professora Maria Alice Mota Araújo na Escola Estadual Effie Rolfs elaboraram um jornal que apresenta ideias e atividades dos estudantes do Ensino Médio.
Confira o resultado dele (Clique aqui)

Bolsistas: Daniela Nalon e Sara Helena

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA: PROGRESSO PELO BEM NACIONAL VERSUS ENTENDIMENTO DE DIFERENÇAS.



A professora, Maria Alice Mota Araújo, trabalhou a independência dos Estados Unidos com os estudantes das turmas do 2º ano do Ensino Médio da Escola Estadual Effie Rolfs. Por ser o início da colonização inglesa na América do Norte feita através da imigração, organizamos uma atividade sobre os movimentos migratórios aos Estados Unidos e os preconceitos e problemas destes no país.
O objetivo da atividade era demonstrar aos alunos como a imigração que no inicio do processo de colonização americana era vista com bons olhos passou a ser um problema para os Estados Unidos. Este passou a tratar as leis imigratórias com mais severidade e travando verdadeiras restrições a imigração. Alegando que os imigrantes fazem concorrência á mão de obra local e sobrecarregam o sistema previdenciário. Além de aumentar os índices de criminalidade.
A intenção também era mostrar aos estudantes a situação vivida pelas pessoas interessadas em trabalhar e melhorar a situação financeira nos Estados Unidos, e também como que a história se relaciona ao longo do tempo. Desse modo, apresentamos a Constituição do país, ressaltando a parte sobre a imigração, reportagens que descrevem a situação salarial, previdenciária e os preconceitos sofridos pelos estrangeiros na América do Norte. Segue o planejamento da aula:  Clique aqui
A atividade se baseou nas reportagens e na apresentação da música “Clandestino” de Manu Chao, que demonstra em sua letra uma realidade do imigrante ilegal, além da música as ideias do cantor sobre a necessidade de interação das culturas também foi apresentada. Instigando um debate com a turma sobre as vantagens e desvantagens de ser imigrante. Seguem no link as notícias e textos utilizados na discussão: Clique aqui
Após o debate em sala de aula, foi solicitado que os estudantes organizassem um texto sobre as vantagens e desvantagens, sobre a xenofobia e as soluções para os movimentos migratórios nos Estados Unidos e demais países. Após a correção dos textos percebemos que a atividade aumentou a percepção dos estudantes em relação às viagens e vida no exterior, fazendo-os refletirem sobre modos de convivência e as diferenças entre culturas.
Por fim, percebemos que a atividade foi muito produtiva, alguns estudantes sentiram-se à vontade para debater acerca da imigração e pela leitura dos textos produzidos, percebemos que ideias sobre a migração foram estimuladas e que os alunos demonstraram interesse pelo assunto.

Seguem imagens utilizadas na aula e retiradas  do site de notícias último segundo.




Documentos:
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA. Constituição dos Estados Unidos da América. 1787, disponível em: http://www.direitoshumanos.usp.br, acesso em: 15 de março de 2013.
Notícias do jornal online “último segundo”, música “clandestinos”.

Bibliografia:
AZEVEDO, Gislane Campos; SERIACOPI, Reinaldo.  Capítulo14- A Independência dos Estados Unidos. In: História em movimento: O mundo e a sociedade contemporânea.1º Ed. São Paulo: Editora Ática, 2012, p.169-178.
PETTA, Nicolina Luiza de; OJEDA Eduardo Aparicio Baez; DELFINI, Luciano. “ Capítulo 36- Tendências do mundo atual”. IN: História: Uma abordagem integrada. 1ª ed., São Paulo: Editora Moderna, 2005, p338-346.
SILVEIRA, Raquel da. “Manu Chao: a mescla do intelectual quiebra ley”. Portal da Universidade Federal de Juiz de Fora. Disponível em: http://www.ufjf.br/portal/, acesso em: 17 de março de 2013.

Bolsistas: Roberta Avanci e Sara Helena

quinta-feira, 18 de julho de 2013

ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA



Foi realizada no mês de maio, na Escola Estadual Raul de Leoni, com a turma 209 (1º ano) uma oficina sobre o dia 13 de maio ou o dia da abolição da escravatura no Brasil. Esta proposta foi pensada pelo fato de a data não fazer parte do calendário de comemorações da escola e pela necessidade de debater com os alunos a aplicação da Lei 10.639 e a Lei de Cotas para negros.
Foram utilizadas duas aulas para realização desta atividade. A primeira parte foi teórica, fizemos leitura de três textos: Um descrevendo o processo de abolição de escravatura (retirado do livro didático da escola) e outros dois pequenos, propostos por mim abordando a condição do negro atualmente no país (retirados da internet).
Após leitura dos textos, fizemos um breve debate destacando pontos importantes  apontados nos textos.  Em seguida, partimos para segunda parte, esta de caráter prático. Os alunos se dividiram em grupos de 5 pessoas e construíram cartazes a partir das suas interpretações. Para finalizar a oficina, cada grupo apresentou seu cartaz ao restante da sala. 



Considero o resultado da oficina positivo, uma vez que o dia 13 de maio é uma data quando lembrada, somente é comemorada pela escola e/ou por setores da sociedade. A partir das leituras realizadas os alunos compreenderam que devemos comemorar, mas que desde a abolição através de a Lei Aurea no século XIX, a população negra não foi devidamente inclusa à sociedade. Fato que, consequentemente desenvolveu-se socialmente em nosso país o racismo e, que até os dias atuais não foi totalmente superado. Este momento propiciou aos alunos esta reflexão que os ajudou a compreender a aplicação da Lei 10.639 que obriga o ensino das culturas africana e afro-brasileira no ensino regular e a Lei de cotas que facilita o acesso de negros de baixa renda ao ensino superior.

Referência bibliográfica:
APOLINÁRIO, Raquel Maria. Projeto Araribá História 9º ano. Editora Moderna. 2ª edição. São Paulo, 2007.


Bolsista: Rute Santos

sexta-feira, 28 de junho de 2013

LINHA DO TEMPO DE CONCEITOS: O ILUMINISMO E A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL


            No primeiro bimestre do ano de 2013 a professora Maria Alice Mota trabalhou com os estudantes do 2º ano do Ensino Médio da Escola Estadual Effie Rolfs os aspectos do Iluminismo movimento formado por intelectuais europeus que se caracteriza principalmente pela valorização da razão e autonomia em aspectos econômicos e sociais, desse modo há grande presença de conceitos e teorias criados nos séculos XVIII e XIX, que repercutiram em aspectos da Revolução Industrial iniciada na Inglaterra e considerada marco da instauração das sociedades modernas tanto em aspectos econômicos quanto sociais.
        O principal objetivo do trabalho com o Iluminismo e a Revolução Industrial é a possibilidade de demonstrar aos estudantes ideias que foram determinantes a formação de um capitalismo e a defesa dos direitos do operariado da época, desse modo foi apresentada uma atividade de revisão da matéria sobre o Iluminismo e Revolução Industrial no 2º ano do Ensino Médio, turma A, da Escola Estadual Effie Rolfs. A atividade realizada nos dias 19 e 22 de março envolveu análise de imagens e textos produzidos nas duas temporalidades apresentadas pela professora Maria Alice Mota Araújo.
            A atividade transcorreu da seguinte forma: dividi a turma ao meio dizendo que se tratariam de duas equipes que responderiam as minhas questões apresentadas sobre as gravuras e textos trabalhados. Para ver as imagens e textos trabalhados, siga o link: https://docs.google.com/document/d/1DBBQkVWnr19fpyHY_A7N0-0p365Ro4MrisHVWx-8czo/edit?usp=sharing


          Essa atividade objetivou principalmente que os estudantes conseguissem relacionar os conceitos sobre os séculos XVIII e XIX com os conhecimentos trabalhados com a professora em aulas anteriores. Assim estariam revisando a matéria e construindo pontes entre o conhecimento passado pela professora sobre os acontecimentos com os conceitos construídos na época.
            Percebi uma participação e envolvimento da turma em geral pelo fato de tratar de uma disputa entre “equipes”, a vontade de responder uma pergunta era aguçada, assim quatro ou cinco estudantes dentre os 32 se sentiram à vontade para falar, os outros se limitavam a comentar entre eles mesmos. Ver pinturas e textos da época do iluminismo e da Revolução Industrial, despertou neles o interesse de imaginar como seriam as coisas naquela época.
            Ao final da aula pedi aos estudantes que me entregassem nas próximas aulas um relatório sobre a atividade com ponderações sobre vantagens e problemas na mesma, relatórios de alguns estudantes podem ser vistos no seguinte link: https://docs.google.com/document/d/1VohgyMopd_v5aaBE6_lWNfLZUKTNX4srdZmluauSNEU/edit?usp=sharing


         A partir da leitura dos relatórios percebi que a aula foi interessante e enriquecedora aos estudantes, que na maioria das vezes citaram o fato da aula ter se tornado mais dinâmica, nunca desmerecendo a atuação de Maria Alice, mas percebendo que levei um meio mais divertido para a fixação do conteúdo.

Seguem algumas imagens apresentadas aos estudantes para discussão:

Bibliografia:
AZEVEDO, Gislane Campos. O “Século das Luzes”. In: AZEVEDO, Gislane Campos. História em Movimento: ensino médio. São Paulo: Ática, 2010, p 148-157.
AZEVEDO, Gislane Campos. A Revolução Industrial. In: AZEVEDO, Gislane Campos. História em Movimento: ensino médio. São Paulo: Ática, 2010, p 158-168.
HOBSBAWM, Eric. Revolução Industrial. In: HOBSBAWM, Eric. A Era das Revoluções. 24ª edição. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009, p159-188.
LYRA, Maria de Lourdes Viana. O Impacto das “Novas Ideias”: as vertentes da Ilustração. In: LYRA, Maria de Lourdes Viana. A utopia do poderoso império: Portugal e Brasil: bastidores da política, 1798-1822. Rio de Janeiro: Sette Letras, 1994, p25-60.
SCHIMIDT, Mário Furley. O Iluminismo. In: SCHIMIDT, Mário Furley. Nova História Crítica: ensino médio: volume único. São Paulo: Nova Geração, 2005, p 245-254.
SCHIMIDT, Mário Furley. Revolução Industrial. In: SCHIMIDT, Mário Furley. Nova História Crítica: ensino médio: volume único. São Paulo: Nova Geração, 2005, p 206-215.

Fontes:
DESCARTES, René (1596-1650). Discurso do método. Trad. Maria Ermantina Galvão. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
LOCKE, John. Segundo tratado sobre o governo civil: ensaio sobre a origem e os limites e os fins verdadeiros do governo civil. Trad. Magda Lopes de Maria Lobo da Costa. Petrópoles: Vozes, 1994.
ROUSSEAU, Jean Jacques. Discurso sobre A Origem da desigualdade. Trad Maria Lacerda de Moura. Versão para eBook Ed. Ridendo Castigat Mores. Disponível em: www.jahr.org, acesso em: 09 de março de 2013.
SMITH, Adam. A Riqueza das Nações: Investigação sobre sua natureza e suas causas. Trad Luiz João Baraúna. São Pulo: Editora Nova Cultural Ltda. Disponível em:eboookbrowse.com, acesso em: 09 de março de 2013.

Imagens:
Charles-Nicolas Cochin. Extracto do frontispício da Encyclopédie, 1772. Disponível em: Blog: http://aeradasrevolucoesmt.blogspot.com.br/2011_08_01_archive.html. acesso em: 09 de março de 2013.
Imagens de Descartes, Locke, Newton, Rousseau. Disponível em: bolg http://aeradasrevolucoesmt.blogspot.com.br/2011_08_01_archive.html, acesso em: 09 de março de 2013.
Imagem de Adam Smith, disponível em: http://estudantesecundarista.blogspot.com.br/2012/08/o-que-e-uma-teoria-cientifica.html acesso em: 09 de março de 2013.
Fiadeira Mecânica de James Hargreaves. Disponível em: http://senac46.wordpress.com/category/turma-46/. Acesso em: 09 de março de 2013.

Bolsista: Sara Helena Amaral de Sousa